NEXO SOCIAL DF · PROPOSTA DE PILOTO

O direito existe.
O problema é
ele chegar.

A população não precisa de mais uma sigla. Precisa descobrir, em minutos, qual programa pode ajudar, o que confirmar e qual porta realmente resolve a sua vida.

2,98 mipessoas na área urbana do DF precisam navegar serviços públicos em 35 RAs.
12,5%não acessaram internet nos três meses anteriores à pesquisa.
16,5%não declararam celular para uso pessoal. Digital sozinho não basta.
O GARGALO COMERCIALProgramas, orçamento e canais já existem. O custo aparece quando a pessoa não entende a regra, perde o prazo ou desiste antes de chegar ao atendimento certo.

O BRASIL JÁ TEM A RESPOSTA EM MUITOS CASOS

O que falta é fazer a pessoa encontrar a porta certa.

Moradia, renda, gás, remédio, estudo e tarifa social não podem depender de a pessoa dominar sigla, site, aplicativo ou fluxo burocrático.

Minha Casa,
Minha Vida

Moradia começa por entender regra, inscrição, situação e canal oficial.

HABITAÇÃO
Gás do
Povo

O vale existe; a família precisa saber se está no perfil e onde confirmar.

GÁS · ANTIGO VALE GÁS
Bolsa
Família

Informação de regra, atualização cadastral e canal responsável em linguagem direta.

RENDA
Cadastro
Único

A base para inúmeras jornadas — sem que o cidadão tenha de entender a arquitetura do Estado.

PORTA DE ACESSO
Tarifa Social
de Energia

Uma conta não deveria exigir uma investigação para a pessoa entender onde confirmar.

ENERGIA
Farmácia
Popular

Direito útil só vira resultado quando a pessoa sabe o que levar e onde ir.

SAÚDE

Referências visuais de programas e serviços públicos. Não representam parceria, endosso, integração, consulta a bases, cadastro ou operação oficial. Regras e canais precisam ser conferidos com as fontes gestoras antes da ativação de cada jornada.

A DOR NÃO É FALTA DE POLÍTICA

É a distância entre o direito e a vida real.

Uma família não procura uma API. Ela procura o botijão, a casa, o atendimento, o remédio ou a informação que evita uma viagem perdida.

O QUE O NEXO RESOLVE

Menos labirinto. Mais chegada.

O NEXO organiza os caminhos que já existem. Não cria benefício, fila paralela ou promessa. Faz cada jornada ter uma explicação simples, uma fonte e uma próxima ação.

01

OUVE A DOR

A pessoa começa pelo que consegue contar, sem CPF, jargão ou nome técnico.

02

TRADUZ A REGRA

Converte a dúvida em uma jornada com conteúdo revisado pela área responsável.

03

ORGANIZA A AÇÃO

Mostra documento, prazo, canal e o que só pode ser confirmado pelo órgão.

04

DEVOLVE GESTÃO

Aponta dúvidas recorrentes e etapas confusas com sinais agregados, sem expor pessoas.

O DESENHO DA OPERAÇÃO

Não é aplicativo solto. É uma mesa com responsabilidade.

O NEXO funciona quando cada resposta tem um dono, cada rota tem uma porta e cada dado tem limite. A implantação começa pequena e sem acesso a dados pessoais.

01 · ÓRGÃO DONO DA JORNADAEx.: assistência social, habitação ou trabalho. Define regra, conteúdo, exceção, canal e data de revisão.
02 · REDE DE ATENDIMENTOCRAS, pontos físicos, central e equipes de ponta validam o que acontece na vida real.
03 · DADOS, JURÍDICO E SEGURANÇADefinem finalidade, privacidade, acessibilidade, guarda de logs e qualquer passo que envolva dado pessoal.
CAMADA DE ORQUESTRAÇÃO

NEXO
SOCIAL

Transforma a pergunta em jornada, entrega conteúdo validado, aponta a rota e devolve para a gestão apenas sinais agregados.

COMEÇA PLUGANDOCatálogo de serviços, regras homologadas, documentos, canais, horários, territórios e responsáveis.
PODE PLUGAR DEPOISIntegração formal e autorizada a identidade, agenda ou consulta: só com base legal, segurança e homologação.
NÃO PLUGA NO PILOTOCPF, CadÚnico, elegibilidade, concessão, decisão automática ou base pessoal sensível.

DESENHO DE PILOTO: conteúdo validado e rotas públicas primeiro. Integração é uma decisão posterior, não uma promessa comercial.

SEMANA 01–02

Escolher uma dor

Definir uma jornada prioritária, como gás, CadÚnico ou moradia, e seu órgão responsável.

SEMANA 03–04

Desenhar a rota

Validar conteúdo, documento, canal, exceção, capacidade e linguagem com quem atende.

SEMANA 05–08

Testar com pessoas

Colocar a jornada em campo, medir entendimento e corrigir o que ainda gera ida perdida.

DEPOIS DO PILOTO

Decidir escala

Com base em evidência, aprovar novas jornadas e avaliar integrações necessárias.

DOIS BENEFÍCIOS, UM MESMO PRODUTO

Para a população, caminho. Para quem governa, visão.

A mesma jornada que reduz confusão para a pessoa cria uma leitura mais honesta do que está quebrando no serviço.

PARA A POPULAÇÃO

Menos tentativa e erro.

A pessoa recebe uma orientação curta, compreensível e verificável antes de gastar tempo, passagem ou confiança.

  • Sabe que programa pode fazer sentido e o que ainda precisa confirmar.
  • Vê documento, canal, horário e responsável em vez de uma lista de links.
  • Encontra alternativa humana quando o digital não resolve.
PARA GESTORES E GOVERNANTES

Menos achismo. Mais prioridade.

O painel não expõe pessoas. Mostra, de forma agregada, onde a jornada trava e qual informação precisa ser corrigida.

  • Enxerga temas mais buscados, etapas abandonadas e dúvidas recorrentes.
  • Corrige conteúdo e atendimento antes de transformar ruído em fila ou reclamação.
  • Decide expansão com evidência de uso, entendimento e capacidade da rede.

TELAS DA APLICAÇÃO

Não descrevemos a experiência. Nós a mostramos.

A pessoa vê uma tela curta, uma decisão por vez e um próximo passo explicável. A equipe pública enxerga quem valida cada conteúdo.

NEXO SOCIALORIENTAÇÃO CIDADÃ · DEMONSTRAÇÃO

PASSO 02 DE 03 · CADÚNICO

O que você quer confirmar?

CADASTRO ÚNICO E CRASExplicação simples do que verificar com a equipe responsável.
CEP E ATENDIMENTOCampo ilustrativo: esta tela não consulta endereço nem agenda horário.
VER PRÓXIMO PASSO
PREFIRO FALAR COM UMA PESSOA
O QUE A TELA RESOLVE

A pessoa entende antes de sair de casa.

Em vez de despejar siglas, o NEXO explica onde confirmar informação atualizada, o que pode depender de atendimento e o que não é possível verificar por esta página.

  • CLAREZA: uma pergunta e uma resposta por bloco.
  • LIMITES: nada de prometer elegibilidade ou benefício.
  • ROTAS: canal responsável visível para validação.
BASTIDOR QUE FICA VISÍVEL

Boa tecnologia dá dono para cada resposta.

Por trás da tela simples, há uma regra simples: nenhuma informação vira orientação pública sem origem, responsável e revisão.

ARQUITETURA EXPLICADA

Quem faz o quê, em uma linha.

Este é o desenho que evita o aplicativo virar uma caixa-preta: a aplicação orienta; a rede pública valida, atende e decide.

01ÁREA PÚBLICAValida conteúdo, regra, canal e atualização.→
02NEXO SOCIALTraduz a regra para uma experiência compreensível.→
03CIDADÃOVê o próximo passo, o que preparar e o que confirmar.→
04REDE RESPONSÁVELAtende, confere, decide ou corrige o caminho.✓

A PROPOSTA DE IMPLANTAÇÃO

Começar pequeno, provar valor, escalar com segurança.

O primeiro piloto não precisa tentar resolver tudo. Ele precisa fazer uma ou duas jornadas ficarem impecáveis para o cidadão e sustentáveis para a equipe.

ETAPA 01 · DESENHO

Escolher jornadas prioritárias, responsáveis, conteúdo e exceções junto a quem já atende a população.

ETAPA 02 · PROTÓTIPO ASSISTIDO

Testar as telas e a linguagem com pessoas reais, sem automatizar decisão, cadastro ou concessão.

ETAPA 03 · PILOTO CONTROLADO

Publicar apenas rotas homologadas, acompanhar dúvidas e corrigir o que ainda estiver confuso.

A implantação depende de definição institucional, jurídica, técnica, de segurança e de acessibilidade antes de qualquer dado real.

O QUE UMA BOA BANCA PRECISA ENXERGAR

Para o povo, caminho. Para a equipe, controle.

A proposta só fica de pé quando a clareza para a pessoa e a segurança para quem opera são desenhadas juntas — e testadas antes de escalar.

EXPERIÊNCIA QUE CABE NA VIDA REAL

Uma tela simples não pode esconder uma operação frágil.

Por isso, o desenho traz a pessoa para o centro sem tirar da equipe o controle sobre conteúdo, exceções e decisão.

01 · COM O CIDADÃO

Entender em poucos minutos.

Teste de linguagem e navegação com pessoas de perfis, idades, territórios e níveis de letramento digital diferentes.

  • A pessoa identifica a porta certa?
  • Entende o que é informação e o que precisa confirmar?
  • Consegue escolher ajuda humana quando precisa?
02 · COM A REDE PÚBLICA

Não criar promessa impossível.

Quem atende valida as rotas, documentos, exceções, capacidade e atualização de cada resposta antes de ela aparecer.

  • Todo conteúdo tem área responsável?
  • Canal e prazo têm capacidade real?
  • A regra tem data de revisão definida?
03 · COM TÉCNICA E JURÍDICO

Dados mínimos, segurança máxima.

Começar sem CPF, consulta ou decisão automatizada. Qualquer integração futura exige base legal, desenho de dados e homologação.

  • Finalidade e base legal documentadas
  • Acessibilidade, privacidade e segurança testadas
  • Logs, responsáveis e plano de contingência
04 · COM A GESTÃO

Medir antes de escalar.

O piloto deve comparar clareza, conclusão de rota e procura evitável por atendimento — sempre com indicadores pactuados.

  • Taxa de entendimento da orientação
  • Tempo até encontrar o próximo passo
  • Dúvidas recorrentes e conteúdo a corrigir

CRITÉRIO DE AVANÇO: a jornada só segue para a próxima etapa quando cidadãos conseguem explicá-la, a rede assume o conteúdo e a área técnica aprova os limites. Sem isso, a solução volta para ajuste.

DADOS E FONTES QUE PODEM SUSTENTAR A VENDA

Impacto começa com dado verificável.